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Situada na margem direita do Rio Mondego, no ponto Oeste-Este, e deixando a zona montanhosa, Coimbra vai espraiar-se numa vasta planície aluvial, situada a 196 quilómetros a Norte de Lisboa e a 115 a Sul do Porto. O nome primitivo, Aeminium, de origem celta, atesta a origem remota do burgo. Embora fosse um centro de menor projecção que a cercana Conímbriga, Coimbra teve um notável desenvolvimento na época romana, como têm revelado os diversos achados arqueológicos. Devido à sua posição geográfica, Coimbra foi um importante entreposto comercial entre o Sul, islâmico, e o Norte, cristão, tendo-se aqui estabelecido uma forte comunidade moçárabe que, depois da reconquista definitiva da cidade, em 1064, por Fernando Magno de Leão, levou a efeito, sob égide do Conde Sesnando, a reorganização deste território. Já no século XII, Coimbra apresentava uma estrutura urbana característica de outras cidades portuguesas localizadas em sítios alcandorados: a cidade alta, intramuros, designada por Alta ou Almedina, onde viviam os aristocratas, os clérigos e mais tarde os estudantes, e os bairros ribeirinhos, do arrabalde, a Baixa buliçosa, com uma população ligada ao comércio, ao artesanato ou mesmo à industria e aos transportes. A história da cidade desde meados do século XVI a meados do século XX girou sempre em torno da Universidade. É apenas no século XIX que a cidade rompe definitivamente com o seu casco muralhado, crescendo pelas cumeadas e ao longo dos vales. Hoje a Universidade já não tem o relevo de outrora na via económica da cidade, que, para além do comércio e serviços, pretende assumir um papel de relevo no panorama industrial da Região.

O QUE VISITAR EM COIMBRA

Coimbra, cidade das ruas estreitas, dos pátios e arcos medievais, beirais floridos, sobranceira ao Rio Mondego é, por excelência, um bom roteiro cultural e uma agradável paragem na Região Centro. A Alta de Coimbra é um ponto nevrálgico da área estudantil da cidade, enquanto que a Baixa se assume como centro comercial de grande dinamismo, onde as ruas da Sofia e Ferreira Borges representam os máximos expoentes desta actividade mercantil. A caminho do Jardim Botânico pode-se ver os Arcos do Jardim, aquetudo imponente «dedicado» a São Sebastião, próximo do Jardim da Manga e do Parque da Sereia. Entre os locais mais aprazíveis e interessantes para visitar encontram-se a medieval Sé Velha, considerado o mais belo monumento românico de Portugal, a Igreja de Santa Cruz, fundada pelo primeiro rei de Portugal, D. Afonso Henriques (cujos restos mortais ali repousam) e o Convento de Santa Cruz, berço da renascença coimbrã. A Igreja de S. Tiago e de S. Bartolomeu, na Praça do Comércio, para onde convergem as ruas medievais da Baixa da cidade, o Arco da Almedina, a Porta Manuelina do Palácio de Sub-Ripas e a Torre de Anto são outros dos locais obrigatórios de qualquer passeio. Mas o roteiro de visita pode ainda incluir a Sé Nova e o Museu Machado de Castro, localizado sobre o antigo Paço Episcopal do século XVIII, assente num criptopórtico romano, relíquia do Forum da Civitas Aeminium, a Igreja de Santa Clara-a-Velha e o Mosteiro de Clara-a-Nova ou a sete vezes secular Universidade de Coimbra são locais a não perder. Sem esquecer, por fim, o Portugal dos Pequenitos, atracção única no país, onde podem ver-se representados, em ponto pequeno, a arquitectura e os principais monumentos do país.

RUÍNAS DE CONIMBRIGA

Na vasta região entre os rios Douro e Tejo encontram-se localizados importantes vestígios romanos. Um destes é Conimbriga, cidade romana com a maior área escavada de Portugal e uma das estações arqueológicas romanas melhor estudadas da Península Ibérica. Importante aglomerado lusitano de construções de origem pré-romana, as Ruínas de Conimbriga estão situadas num alto promontório junto à EN 347, que liga Condeixa-a-Nova a Penela, a 17 quilómetros de Coimbra. A sua importância assenta na riqueza das suas construções. Entre estas destacam-se: A Estrada, pavimentada com lajes irregulares de calcário e com uma largura média de quatro metros, onde ainda é possível encontrar a marca dos rodados dos carros romanos; As Muralhas, que na zona das ruínas aberta ao público são originárias do Baixo Império e em alguns pontos do planalto atingem a altura de quatro metros; Os Mosaicos, predominantemente policromáticos, onde se encontram representadas diversas divindades e personagens mitológicas gregas, para além de complexos labirintos e profusas aglomerações geométricas, ricamente coloridas; O Aqueduto Augustano, com uma extensão de 3,5 quilómetros, que era utilizado no transporte de água desde uma nascente situada em Alcabideque até à piscina fria das termas de Conimbriga; A Casa dos Repuxos, com uma área de 569 metros quadrados, contém pavimentos em mosaico, vestígios de pintura mural e um jardim central onde se conserva um sistema de canalizações com mais de 500 repuxos.

Portugal dos Pequenitos

Planeado por Bissaya-Barreto, projectado por Cassiano Branco, inaugurado em 1940 e concluído no final da década de 50, este parque temático destinado às crianças representa os valores culturais do Portugal colonial. Portugal dos Pequenitos É constituído por três áreas que correspondem a sucessivas fases de construção, sendo a primeira destinada aos mais pequenos e as duas outras a mais crescidos. Portugal dos Pequenitos A Aldeia dos Pequenitos é dedicada às casas regionais portuguesas e recria os ambientes das povoações de Norte a Sul do país, com especial destaque para Coimbra. Portugal dos Pequenitos A segunda fase é o Portugal Monumental, e representa os principais monumentos portugueses. Portugal dos Pequenitos O núcleo Além-Mar evoca os actuais países africanos de língua oficial portuguesa, o Brasil, Macau, Índia e Timor


( Fonte Coimbra Virtual)

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